Como escolher um bom sócio: descubra os tipos e o que evitar

por Elissandro Dias Atualizado em 20 de abril de 2020
Atualizado em 20 de abril de 2020

Preparamos para você dicas valiosas de como escolher um bom sócio para o seu negócio.

Neste post você aprenderá:

  • Quais são os tipos de sócio mais comuns.
  • Como escolher um bom sócio.

Então, você quer saber como escolher um bom sócio?

A sociedade em um negócio apresenta diversas vantagens, tanto para os proprietários como para o próprio negócio. A sociedade costuma ser vantajosa, pois os sócios somam aspectos importantes como: expertises, habilidades, capital, e distribuição de responsabilidades.

No entanto, apesar das vantagens listadas, divergências de ideias e opiniões são muito comuns em uma sociedade, e se os sócios não estão alinhados, o negócio pode ser prejudicado.

Assim, para saber como escolher um bom sócio, é importante identificar os tipos de sócio que possivelmente você poderá se deparar. Confira alguns.

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Sócio capitalista

O papel deste sócio se limita a injeção de capital no negócio, ou seja, seu valor para o negócio está condicionado a sua capacidade de investir. O mais comum é que ele seja importante em um momento de virada da empresa, em que seu capital é conveniente para aspirar novos patamares.

Embora o capital seja de extrema importância para um negócio, é necessário frisar que pode ser complicado caso precise contar com esse tipo de sócio para algo além do dinheiro.

Portanto, para saber como escolher um bom sócio, é preciso levar em conta que esse tipo possuí um papel limitado.

Além disso, um dos maiores problemas com esse tipo de sócio é que, geralmente, não estão muito interessados em detalhes sobre a ideia. Ou seja, podem acabar fazendo cobranças a respeito do retorno do investimento sem serem compreensivos.

Sócio por competência

Este sócio é aquele que possui o conhecimento técnico que você não tem. Assim, sobre a questão de como escolher um bom sócio, saiba que, caso este tipo de sócio não seja um dos idealistas do negócio, e está sendo cogitado porque você acredita ser mais viável que a contratação de alguém na área, é bom redobrar o cuidado!

Isso porque, o negócio pode se tornar extremamente dependente do conhecimento técnico dele, e caso a sociedade não vingue, você pode ficar em apuros.

Nesse caso, é importante avaliar seriamente a contratação de alguém com a competência que necessita antes de fechar a sociedade.

Sócio companheiro

Esse é o sócio que alguém busca quando está com medo de iniciar um empreendimento sozinho. Geralmente esse tipo de sociedade ocorre entre jovens aventureiros.Então, a pessoa procura por um amigo que esteja disposto a correr o risco para assim encontrar coragem para abrir o negócio.

Não recomendamos este tipo de sociedade, uma vez que a papel do sócio companheiro é apenas encorajar quem apresentou a ideia. 

Como resultado, após um tempo, um dos sócios pode acabar por desejar a dissolução da sociedade e tocar o negócio sozinho.

Sócio alavancador

Esse é o tipo de sócio cuja sua reputação é importante para inserir e posicionar o negócio no mercado. Comumente esse sócio é uma autoridade ou pessoa de renome.

Existem outros sócios alavancadores, como sócios que ajudam em expansão territorial, em otimização de processos e ferramentas internas ou em incentivo fiscal, por exemplo.

Afinal, como escolher um bom sócio!

Dessa forma, quando formos escolher um sócio, o primeiro passo é pensar: “Para que preciso de um sócio nesse momento?”; e verificar em qual tipo ele se encaixa, tomando cuidado e evitando o sócio companheiro.

O próximo passo é verificar se os valores desse sócio são compatíveis com os seus, pois essa é uma peça fundamental para a saúde da sociedade.

Em seguida, é importante avaliar se o sócio realmente está satisfeito com sua posição e papel no negócio. Esse passo é importante para evitar confrontos e até mesmo sabotagens que, com toda certeza, são prejudiciais para o negócio.

Por fim, certifique-se de que ambos estejam de acordo em colocar os interesses do negócio acima dos interesses pessoais. Pois assim, em situações de conflitos, ambos estarão focados em buscar aquilo que é melhor para o negócio.

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